MEDICINAS DA FLORESTA (expansores de consciência)

AYAUASCA

Ayahuasca, nome quíchua de origem inca, refere-se a uma bebida sacramental produzida a partir da união de duas plantas nativas da floresta amazônica: o cipó Jagube com as folhas da Chacrona.

Seu uso não causa nenhum tipo de dependência e ao longo dos anos, através de pesquisas comprovou-se que não há nenhum efeito prejudicial ao organismo, pelo contrário, seu uso medicinal e terapêutico é cada vez mais investigado pela ciência.

Possibilita um grau ampliado de percepção, levando a melhor compreensão da realidade com maior clareza e/ou transcendência. Pesquisadores e especialistas classificam a bebida como “enteógeno”, aquela que gera experiência de contato com o Divino, pelo meio do aumento da produção de DMT, através da ativação da glândula pineal.

Usada como meio de alcançar o aprimoramento espiritual e material, com inúmeros relatos de libertação de vícios, reestruturação familiar, ético, profissional, social, moral, intelectual e emocional.

Nós da Vila Cósmica consagramos o chá da Ayahuasca como elemento enteógeno, sem qualquer associação com substâncias psicoativas ilícitas, conforme previsto em seu Estatuto Social e de acordo com o CONAD (Conselho Nacional Anti-Drogas). Além de não ter vínculo religioso, o nosso intuito sempre será a conexão com a nossa essência. 

CACAU MEDICINAL

Desde tempos imemoriais, o cacau tem sido usado em cerimônias pelos sul-americanos. É o chamado cacau medicinal, onde o mesmo possui um princípio ativo chamada teobromina, reconhecido como “Alimento dos Deuses”. Puro, em sua forma 100%, o cacau melhora o fluxo sanguíneo e prânico, relaxa os vasos sanguíneos e abre nosso coração em nível físico e energético. Trabalhando esse nosso canal de amor incondicional, ajuda a ativar a nossa glândula pineal, auxiliando o nosso despertar consciencial.

RAPÉ

O rapé é um pó fino feito de tabaco juntamente com um composto de cascas de árvores, ervas e outras plantas. Ao ser inalado, o rapé possui efeitos curativos e ritualísticos.

O uso do rapé tradicional começou a milhares de anos nas tribos indígenas da América do Sul. Diferente de outras substâncias que causam efeitos alucinógenos que alteram os sentidos e a consciência, o rapé é um enteógeno, expressão usada para descrever substâncias que têm aspectos simbólicos e culturais. Por ser uma substância enteógena, ao ser utilizado, o rapé causa uma sensação de leveza, energização e limpeza espiritual. A substância é considerada uma medicina sagrada e quando usada de maneira correta, com supervisão, não causa dependência já que promove a cura de doenças como a sinusite e também a cura espiritual. Os indígenas acreditam que ao preparar o rapé deve-se colocar um propósito, por isso, somente pajés e aprendizes de pajé podem fazer a substância, já que são consideradas pessoas de confiança pela aldeia. Dependendo da intenção das pessoas que aplicam e recebem o rapé, a substância pode ou ter efeitos benéficos como a cura e o bem-estar ou efeitos maléficos, causando doenças e até males espirituais.

Preencha e seja avisado(a) em primeira mão